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Lucia a esposa do mineiro

Lucia a esposa do mineiro em sua primeira transa fora de casa. Deixe seu e-mail e comentários quem sabe você possa ser o próximo. 
















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Como é bom comer a mulher do amigo




Tive um sobressalto, quando Luciana, sem mais nem menos, colou seus lábios aos meus. A surpresa foi tamanha que, sem reação, nem correspondi. Estavamos na cozinha da minha casa. Ela tinha vindo pegar cerveja e eu fatiando mais salame. Dava para ouvir as vozes da minha esposa e do Nilson, marido da Lu, dialogando na beira da piscina.
Por essa não esperava! Jamais havia passado pela minha cabeça algo assim. Francamente, nunca tinha reparado nela como mulher, dona de orifícios de prazer, de receptáculos para ejaculações! Lu era uma mulher comum, de cabelos lisos e castanho-claro, quase loira, delgada e baixinha, tipo mignon, ar de ninfeta, rosto de menina, dissimulando os trinta e poucos anos.
Nilson, é gerente administrativo da empresa onde sou, assessor jurídico da presidência. Tenho varios colegas, sou popular e querido, mas, amigos mesmo, são raros. Nilson é um deles. De socorrermos um ao outro, de apoiar incondicionalmente nas horas difíceis.
E a mulher dele, tinha acabado de me beijar na boca! Nessa hora, veio à mente, a célebre frase: ¨Mulher de amigo, para mim é homem¨. Só então, percebi que ela estava na ponta dos pés, tremula pelo atrevimento, toda retesada e me enlaçando com os braços, corpinho colado ao meu.
Minha reação foi me desvencilhar de forma branda, pegar o prato de petiscos e sair célere em direção à piscina. Estava pasmo, sem saber o que pensar. Tinha sido saboroso o toque daqueles lábios macios, do seu hálito. Sentei na cadeira sob o guarda-sol e acho que Nilson falou algo e agora, nem me lembro o que respondi.
Lu veio em seguida, com os braços meio cruzados, as mãos em concha, sob os seios, pequeninos e cônicos, equilibrando as latinhas de cerveja. Só então, passado o esturpor, a observei melhor. Ela nem é o tipo da mulher dos meus sonhos. Minhas fantasias são povoadas por morenaças, com mais de 1,75m., formas de funkeira, feições tipo Cristiane Torloni, carinha de safardana...
Ela pequenina, encantadora naquele biquini preto, cinturinha salientando a bunda empinada, tudo proporcional. Passou por mim como se nada tivesse ocorrido, deixou as bebidas na mesinha, conversou algo com minha mulher e foi nadar. Mais recuperado, apreciei o ombro estreito, pueril, que dava fundo às alças cruzadas do biquini. Achei ela gostosa, seguido de uma ereção vigorosa e tardia.
Ergui os olhos e quem olhasse neles, veria refletida a palmeira que minha mulher cultivava com tanto carinho, num vaso ao lado da cascata artificial. Mas não era essa a imagem que impulsos visuais remetiam ao meu intelecto. Era a sombrancelha da Lu que adornava os olhos cerrados, ao me beijar.
Qual o escopo daquele beijo impulsivo? Ela sabia como eu era bem casado. Como com minha mulher, nós éramos tão condiscipulos e eternos enamorados. Saltava aos olhos de todos nossa cumplicidade, o amor que florescia a cada instante, como um maçarico a soldar duas partes em uma, forte, solidamente.
Deveria arremedar como se nada tivesse acontecido? Que por uma ou outra razão, uma fraqueza, impulso ou momento de desvario, me beijara? Deveria conversar com ela? Mas o beijo sacudiu meu âmago, como uma tempestade súbita que nos pega, sem guarda-chuva em um campo aberto. Por mais que o instinto nos fizesse desejar permanecer enxuto e aquecido, não tinha jeito: molhava!
Apesar de ter transado com minha mulher na noite anterior, quis de novo. Fazia alguns anos que não fodiamos dois dias seguidos, exceto nas viagens de férias. A esposa até estranhou: ¨-Ué, benzinho, que bicho te mordeu?¨.
Enquanto sugava aquela xaninha tão gostosa e já explorada, de repente, me veio a mente a imagem da Lu. E enquanto passeava a língua e os lábios, imaginei como a Lu reagiria a uma mamada demorada na xoxota. Ela se contorceria toda retesada, gemeria, daria gritinhos de ¨ui, ui, ui¨, suspiraria e diria ¨ahhh, delícia!¨, como minha esposa?
Não, por certo seria dessemelhante. E qual a sensação de ter meu pau todo intumescido de tesão, dentro dela? Teria ela a boceta tão apertadinha como a que eu estava metendo? Mais quente, constrita? E fui aumentando o ritmo das estocadas, minha mulher obtendo orgasmos seguidos e eu, finalmente, explodí num gozo extasiante, enquanto na cabeça, martelava gritos não proferidos, bradando ¨Ah, Lu, Lu, gostosa, Lu, Lu, toma minha porra!¨.
E naquela noite, Morfeu parecia não me querer em seus braços. Acho que nem picado pela mosca tze-tze eu pegaria no sono. Ao lado, minha doce esposa, inocente e satisfeita a dormir. E eu a matutar. Tinha comido ela pensando em outra. E a outra era, nada mais, nada menos que a mulher do meu amigo. Traição em dose dupla!
Se por um lado, me sentia mal com tudo aquilo, por outro, lembrava das tiradas do filósofo de botequim: ¨Mulher de amigo é que nem violino: eu viro a cara e meto a vara!¨.
Os dias passando e eu cada dia mais indeciso e ansioso, desejando não desejar, mas desejando. Querendo não querer, mas querendo.
Foi numa segunda-feira. A reunião de cupula corria chata. Nada que exigisse a intervenção deste causídico. Meu olhar voltado para as amplas janelas envidraçadas. E no horizonte, nuvens escuras prenunciavam chuvas torrenciais. A unica vez que me manifestei, foi sobre um contrato. E só nessa hora fiquei atento. Acordei de vez. Foi como a sala estivesse às escuras e alguém acionado o interruptor de luz.
Nilson ia viajar a Porto Alegre, para negociar com um empreiteiro. E também para ministrar treinamento sobre procedimentos de rotina, aos funcionarios da filial. Uns três dias na capital gaucha.
Na minha sala, ao entregar a minuta, ele radiante e alegre, a comentar sobre a vida noturna de lá, que ambos conheciamos tão bem. Enquanto ele falava dos planos para o ¨happy hour¨, eu, mesquinhamente, pensava na mulher dele. E não sei quantas vezes, como um disco riscado, repetí a mesma expressão: ¨Que inveja, cara, que inveja!¨.
Duas da tarde. A chuva caindo e eu, nem porisso incomodado. Era para ir ao Forum, protocolar uma petição. Ao chegar no estacionamento, passei as mãos nas ombreiras do paletó, derrubando as gotas de agua que insistiam em alí ficar. Eu já tinha isso planejado, mas, estava na duvida se colocaria em execução ou iria mesmo advogar.
Hesitei. O coração palpitando, sindrome de quem está prestes a fazer algo errado. E fiz. Peguei o celular e liguei para a casa do meu amigo. E a Lu atendeu.
- Alô?
- Oi, Lu, sou eu, Yuzo.
- Ooooi! Tu estás na empresa?
- Não, estou na rua. Será que podemos conversar?
Ela já antevendo o assunto e ciente de que eu sabia que Nilson estava viajando, convidou:
- Tudo bem! Estou sozinha em casa. Tu podes vir agora?
- É claro, respondí, enquanto já movimentava o carro, esticando o cinto de segurança.
Já tinha ido na casa deles varias vezes. Mas desta vez, a sensação era diferente. Até os muros frontais pareciam estranhos, o portão automatico já aberto, à minha espera. E mal descí do carro, ela abriu a porta, vestida com um mini-vestido bordô, daqueles tão curto que para sair, as mulheres usam calça leg por baixo.
Ao cumprimentá-la na porta, fui como sempre, dar um beijo na face. Ela alinhou o seu rosto ao meu e me beijou ardentemente. Acho que já esperava por aquilo e retribuí com vontade, numa batalha sofrega e desordenada de lábios, lingua e paixão. Ela suspirava e embaixo, meu caralho se inflava, numa ereção pronta, imediata, total.
Me desvencilhar dela era como ter um imã perto de ferro. A lucidez ordenava o corpo a se recuar, enquanto o desejo me empurrava, como forças antagônicas, disputando perversamente, quem levaria a melhor. E assim, entre amassos, caimos no sofá da sala, entre carícias libidinosas, numa explosão de desejo carnal.
Seu repertorio de surpresas ainda não tinha se esgotado. Ao enfiar as mãos entre as pernas, por dentro do vestido, sentí no tato que ela estava sem calcinha! E ao apalpar o monte de vênus, nada de pelos. A xoxotinha estava totalmente depilada, lisinha, permitindo sentir no tato, cada dobra daquela abertura, pequenina e fechada.
Nisso o celular tocou, estragando todo encanto e magia do momento. Atendi de forma monossilábica. Era dona Gerda do financeiro, perguntando se podia efetuar um pagamento que estivera sub-judice e tinhamos feito um acordo. Só de ter a imagem dela na mente e ouvir a voz autoritaria e masculinizada, o pau amoleceu na hora.
Ao desligar, Lu já tinha se afastado e me perguntou quem era. Meio aéreo respondi:
- Lá da firma. Nada de importante. Mas, Lu, teu beijo me pegou de surpresa!
- Sabe, eu sempre gostei de tí. As coisas entre eu e o Nilson não tá lá aquelas coisas. Descobrí que ele tava de caso com uma zinha. A safada teve cara de pau de ligar prá mim e dizer que ele era dela. Queria pegar ela e dar na cara dela e na dele também!
- Mas, Lu, todo homem faz besteiras. Eu também não sou santo e minha mulher nem desconfia. Isso não quer dizer que eu não a amo. Acho que com o Nilson deve ter acontecido assim.
Enquanto eu argumentava, ela me olhava com ar de descrença, meneando a cabeça levemente, sinalizando um ¨não¨ de discordância.
- Que nada! Conheço bem ele! Nesses anos todos, já desconfiei algumas vezes, mas, desta vez, o caso é sério. O safado me traiu mesmo, muito bem traído! E vou dar o troco! Se não for contigo, vai ser com o primeiro que achar por aí!
A cabeça de cima raciocinava a mil, como numa audiência, procurando argumentos para defender o amigo e enviando comandos à boca, de onde saiam palavras, meras palavras que não tocavam nem mesmo o coração de mim que as proferia. Em contrapartida a essa sustentação oral sem muita convicção, a cabeça de baixo, fazia o coração bombear sangue para o pênis, inchando-o, tornando-o rijo, preparando para o ato sexual.
E de algum lugar, vinha novamente o filósofo de botequim a tentar: ¨Mulher de amigo é que nem cebola: eu como chorando!¨.
Mas quem saiu chorando, foram as minhas partes sensoriais, todas alvoroçadas. Enquanto pedia calma a ela e que pensasse bem para não fazer nenhum besteira, fui indo sem querer ir, saindo sem querer sair.
E no dia seguinte, uma mensagem no celular: ¨Tens razão, desculpe. Lu¨. E no outro dia: ¨Tu me queres ou não? Lu¨. E não sei se fiquei muito triste ou aliviado com o retorno do Nilson.
No escritório, foi difícil conversar com meu amigo. A todo momento, ficava a imaginar, quão decepcionado ele ficaria se soubesse o que estava acontecendo entre mim e a esposa dele. Me sentia inseguro, tal qual uma criança ao fazer uma arte, com medo que descubram. E Nilson narrando as farras que fizera e eu com a teteiazinha da mulher dele na cabeça, só exclamando: ¨-Que inveja, cara, que inveja!¨.
E no domingo, eles nos convidaram para um churrasco. Minha mulher levou a maionese e eu as cervejas. Nilson na churrasqueira, assando a picanha em rodelas no espeto, untado com sal grosso.
Lu vestia um macaquinho branco, de tecido fino. E ao colocar os pratos e talheres na mesa, conforme os raios de sol a atingia, deixava as vestes bem transparentes. Estava sem sutiã e a calcinha fio-dental, branca, bem demarcada e visível. Tanto que até as costuras das bordas aparecendo. O corpo pequenino e apetitoso deixava o resto do tecido num tom bege de tão colado.
De frente os biquinhos pequeninos dos seios redondos e bem desenhados. De costas a budinha empinada e convidativa. Quem apreciou tal cenário, sabe quão erótico é tal privilegiada visão. Tentava em vão afastar pensamentos pecaminosos de desejos pela mulher do amigo. A rola insistia em ficar ereta, agitada, pulsante, desejando aquele pedaço de mal caminho.
Que tortura gratificante! Fingir que estava tudo como sempre, com minha esposa ao lado e meu melhor amigo por perto. E Lu, de maneira sádica, me provocava propositadamente. Ao ritmo da musica eletronica que vinha da sala, inocente aos olhos dos demais, dançava de forma sensual, requebrando os quadrís e lançando olhares furtivos, insinuantes para mim.
E dias depois, Nilson viajou novamente. Estava pensando em ligar quando meu celular tocou. Nem precisei olhar para saber que era ela. Por mais que afirmasse a mim mesmo que era uma transa impossível, todo o resto irracional e grande parte do racional queria come-la!
Já arrependido, antes mesmo de dizer, falei que tinha uma reunião importante e naquele dia não poderia ir encontrá-la. No final do expediente, autorecriminando, se chamando de idiota, peguei o carro para ir embora.
Minha determinação durou até o primeiro semáforo. O sol poente deixava o horizonte vermelho. Rubro e quente como o fogo que me queimava, consumia. Ainda podia sentir os beijos ardentes, o contato da pele lisa, branca e macia das coxas da Lu em minhas mãos. Os dedos passeando na entrada da grutinha depilada, o corpinho mignon estremecendo embaixo do meu.
Enquanto a fidelidade, a lucidez e a prudência ordenava seguir em frente, a mão guiada por impulsos animais acionou o pisca-pisca sinalizando conversão à direita, rumo a casa do meu amigo. Mal o sinal ficou verde, virei o volante e o horizonte boreal, de vermelho mudou para o início da escuridão, da noite que me convidava ao pecado, ao condenável, ao excitante, aos braços da mulher do meu melhor amigo!
Estava indo colocar chifres no Nilson. Logo eu! Imaginei a sua cara desapontada a dizer: ¨-Pô, cara, logo tu? Esperava isso de qualquer um, menos de tu! Porque, cara, porque?¨. E vinha o impulso de dar meia volta.
Mas Lu estava determinada a se vingar. Se não fosse eu, seria um qualquer! Não, não, depois do Nilson, eu era um pouco dono dos seus sentimentos. Eu faria com muito respeito, carinho, paixão, como ninguém mais poderia fazer!
E me senti como Pedro de Alcantara, depois Dom Pedro I do Brasil e Dom Pedro IV de Portugal. Era tempo do Brasil colonia. O Rei D.João VI de Portugal, Brasil e Algarves estava de regresso a Lisboa. E deu a seu filho e herdeiro, o célebre conselho: ¨-Pedro, meu filho. Se um dia o Brasil se separar de Portugal, coloques tu a coroa de rei, antes que um aventureiro o faça!¨.
E eu colocaria meu pau na boceta da Lu, antes que um aventureiro o fizesse. E a coroa com chifres? Infelizmente, ficaria com meu amigo Nilson, de qualquer maneira!
Desta vez, Lu estava disposta a não deixar nada interferir. Me recebeu apenas com uma camisola curta de cetim, cor de vinho, que realçava a pele branca e sem nenhuma mancha. Uma bonequinha de prazer e luxuria!
Mal entrei, nos agarramos num frenesi de tesão, como se fosse a ultima transa na vida! Aquele corpinho pequeno, leve e elástico fazia contorcionismos incríveis ao distribuir beijos, enquanto as mãos tratavam de me desnudar.
Já não pensava em mais nada. Ela meio sentada e deitada no braço do sofá, toda exposta. Soltei as alças da camisola e apreciei os peitinhos, pequenos e firmes. Ao sugá-los, após beijos e mordisquelas, ela conseguiu me enlaçar com as pernas e pendurada com as mãos no meu pescoço, encostou a xoxota na ponta do meu pau.
Deu para sentir a boceta encharcada de tesão. Louco de desejo, a vontade era de enfiar logo a rola naquele buraquinho pequeno e ardente. Até o filósofo de botequim insistia: ¨Mulher de amigo é como travesseiro: só coloco a cabeça!¨.
Mas anos de experiência me fizeram seguir o ritual. Por mais que ela parecesse pronta, uma chupada é sempre garantia de trepada gratificante. E abaixei a cabeça, descendo com beijos pela barriga, ventre e lá, nos lábios vaginais. Por força de hábito, o banho de língua demorado, com lambidas suaves, alternadas com chupadas vigorosas e barulhentas. Os dentes raspando de leve e a lingua na parte aspera massageando o clítoris.
Beijos, lambidas, chupadas e penetração com a língua, cada parte da boca funcionando como instrumentos de uma orquestra, numa sinfonia de prazer, alternando o ritmo conforme a dramaticidade exigida, tocando cordas, batendo bumbos ou estridentes metais fazendo solo ou acompanhamento, como uma ópera completa, cheia de sinfonias, cada ato com seu clímax, levando ela, Lu a orgasmos contínuos, até o ¨gran finale¨.
Depois de me dar por inteiro, como uma máquina de prazer, me preparei para o ato de encerramento. Mas ela, talvez agradecida, depois de tanto gemer e gritar, resolveu retribuir. Abocanhou meu cacete e começou um boquete com vontade, com até tesão demais.
Não pude deixar de comparar a chupada dela com a da minha mulher. Minha esposa, observadora como ela só, aprendeu bem a técnica, assistindo os filmes pornôs. Lambe olhos nos olhos, põe tudo na boca, tira e chupa meu pau como se fosse um picolé e passeia os lábios em toda extensão, até as bolas, sem deixar de me masturbar. E quando gozo, ela não só engole tudo como deixa minha rola limpinha, lambendo a cabeçorra, nessa altura totalmente sensível.
Lu era mais entusiasmo, só querendo me proporcionar prazer. Vendo de cima, ela agachada a chupar, toda mignon, parecia uma colegial fazendo boquete. Quando dei por mim, estava mexendo o quadril, para frente e para trás, metendo na boquinha dela. Estava tão gostoso que acelerei as estocadas e gozei gostoso.
Ela se assustou com a ejaculação e o gosto do semem. Tirou a boca da rola e recebeu na cara o segundo jato de porra, enquanto tirava a lingua para fora, babando meu esperma.
Nessa hora, me sentí o mais vil dos mortais. Estava fazendo sacanagem com a mulher do meu melhor amigo! Enquanto Lu foi ao banheiro se limpar, me vestí rapidamente e sem mesmo calçar direito os sapatos, saí e fui embora.
Juro que não pretendo voltar a me encontrar a sós com a Lu. Não é o que desejo, mas, vou tentar resistir. Afinal, como disse o Bill Clinton, sexo oral não é relação sexual.
A cada viagem do Nilson, vem a tentação. A bonequinha da Lu alí, à disposição, ao alcance de um simples telefonema. Acho que, ou melhor, tenho a absoluta certeza que no futuro, vou me mortificar por não te-la comido. Não é sempre que oportunidades como esta, aparece em nossa vida.
Se mulher de amigo meu é homem, ai ai, por um bofe daqueles, acho que posso desmunhecar.



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Adoro dar no sitio




Eu iria passar uma semana no nosso sítio, descansar um pouco da rotina da grande cidade e me preparar para a volta às aulas após as férias do meio do ano. Ficaria sozinha, pois minha mãe não conseguiu coincidir suas férias. No sítio vivia apenas o caseiro com sua esposa e filho adolescente, mas não se preocupem, o que vou narrar não tem nada haver com essa família.
Era sexta-feira quando liguei na cidade mais próxima (que fica a pouco mais de vinte minutos do sítio) pedindo o atendimento de um técnico em antenas parabólicas. A firma enviou um rapaz, e, ele chegou no horário combinado, incrivelmente no horário preestabelecido pela empresa. E esse horário foi ao meio-dia.
Por volta das duas ele terminou o serviço. Deixei-o à vontade na casa, ele subiu ao telhado, ajustou a antena, sintonizou o receptor e foi ao terraço para receber pelo serviço.
Eu não fazia ideia de o que iria acontecer, estava sentada numa cadeira de balanço, lendo o romance de Arthur Golden - Memórias de Uma Gueixa, fascinante por sinal.
Eu estava de short curto, largo e de pernas cruzadas, acho que o rapaz viu algum detalhe de minha bundinha devido o cruzar das pernas e se excitou, pois, logo vi o volume crescer em sua calça jeans. Reparei de soslaio no meu decote, nada provocante, comum: uma blusa de malha. Eu não usava sutiã, mas meus seios estavam normais, nada de biquinho retesado ou qualquer anormalidade capaz de provocar ao rapaz a inesperada ereção. Então percebi que pela cruzada de pernas seria possível ver a minha minúscula calcinha vermelha e parte da minha nádega.
Não liguei pra ereção do rapaz, o acompanhei e logo parei diante do televisor para conferir o trabalho prestado. Serviço de primeira, perfeito. Perguntei-lhe quanto me custara e ele emitiu a nota. Eu o pedi que aguardasse e fui providenciar o dinheiro. Após pagá-lo, ofereci-lhe um café. Ele aceitou. Convidei-o à cozinha e lhe servi uma xícara.
— É café de garapa! — disse-lhe. — Adoro fazer café com garapa.
Ele sorriu e disse que estava bom e brincou:
— Já pode casar!
Até então eu não tinha pensado em nada erótico, nada que pudesse preceder uma transa ou qualquer coisa que inspirasse a isso, nem mesmo a ereção que presenciei minutos atrás. Retruquei, sem nenhuma intenção secundária:
— Se eu tivesse ao menos namorado, sua frase se encaixaria perfeitamente na minha vida.
Bobagem a minha. Ele investiu. Parecia que eu havia lhe dado uma brecha. Ele me fez elogios e confesso, me deixou sem rosca. Fiquei vermelha de constrangimento. E o assunto mudou, ficamos horas e horas conversando, falando de literatura, especialmente do livro Memórias de uma Gueixa. Em dado momento, sentei-me e cruzei as pernas, já estávamos na sala, papeando, o assunto ainda era o livro. Percebi que ele buscou a mesma visão de quando ele me abordara na cadeira de balanço. Então tive a certeza de que ele havia visto um detalhe excitante. De fato, meu short largo evidenciava a minha nádega e parecia ao olho alheio que eu estava sem calcinha, pois, era de fio-dental e com as pernas cruzadas, minha poupinha ficava à mostra. Ele excitou, novamente o seu pau estufou o pano da calça jeans. A situação me pegou de surpresa, excitei e os bicos dos meus peitos denunciaram o meu tesão. Do comentário do livro ele mudou para perguntas pessoais e quis saber sobre meu namorado. Eu disse que não tinha namorado e então folguei um pouco a cruzada de pernas, muito sutilmente, a fim de ele ver que eu estava de calcinha e não sem ela como a princípio podia supeitar-se. Ele correu uma olhadela no detalhe que eu lhe exibia e depois desviou o olhar para os meus seios. De onde eu estava, via-me através do reflexo do vitral entre a sala de estar e a sala de jantar. Percebi naquele reflexo que ele via exatamente o que eu desejava lhe mostrar naquele momento. Mas ele não foi afoito, embora seus olhos denunciassem que ele desejava saltar-se de onde estava e me devorar por inteira. Ao invés disso, ele ajeitou discretamente o pau e cruzou as pernas para me esconder a ereção. Continuamos a falar sobre coisas pessoais. Queixei-me do antigo namorado, um traidor. Era mentira, mas isso me deixaria em posição inferior, digna de receber os cuidados daquele macho no cio. Descruzei as pernas. Ele me disse palavras consoladoras. Um roteiro de argumentos os quais eu já tinha ouvido várias vezes. Mas estiquei o assunto, me excitava, na verdade, o jeito de ele me olhar gerava um pensamento erótico e absolutamente sedutor, pois, eu imaginava que ele pensava em me consolar, me dar prazer e sair dali com a certeza de que tivera um dia muito bom. E eu queria providenciar esse bom dia para ele. Estava muito disposta a isso e então cruzei a outra perna, e, num gesto teatralmente inusitado deslizei a panturrilha no joelho em que apoiava e cocei o calcanhar. Isso provocou uma maior visibilidade da minha calcinha. Como se não bastasse isso, curvei-me para analisar o calcanhar.
— Acho que estou alimentando um bicho-de-pé — comentei.
— Bicho de pé?! — indagou ele enrugando a testa.
— Não acredita? — cutuquei uma área do calcanhar a fim de causar um pequeno hematoma.
Ele se levantou e dispôs a ver o bicho de perto. Naquela hora eu já lhe preparava outro bicho para lhe mostrar. Ele se aproximou e se ajoelhou pra ver o meu calcanhar. Olhou-o por instantes e correu os olhos por dentro da perna do short, demorando um pouquinho, o suficiente para apreciar a renda da minha calcinha.
— Não. Não é bicho-de-pé. Talvez tenha sido uma picada de pernilongo... — comentou ele mal podendo esconder-me o tesão. Seu pau estava realmente estufando as calças.
Eu mantive naquela posição e curvei-me ainda mais para verificar o hematoma e conclui que ele estava com a razão.
— É. Talvez seja mesmo uma picada... — murmurei. Lembrei-me de que havia sido mordida nas costas por um inseto quando tomava sol naquela manhã. Havia uma pequena mancha nas minhas costas, logo abaixo da cintura, na altura de minha bundinha, no lado esquerdo da nádega. — Talvez, não! É mesmo picada de inseto. Agora me lembro. Eu fui ataca por alguns maldito quando tomava banho de sol nesta manhã. — disse-lhe e virei-me para trás pra verificar a marca.
Ele passou para o outro lado e foi conferir. Eu descruzei as pernas, levantei a minha blusa alguns centímetros com uma mão e com a outra abaixei também um pouquinho o short para que ele pudesse ver a marca do ataque. Ele constatou que teria sido de fato o ataque do inseto e por consequência viu o fio da minha calcinha e esperto, como era de esperar, disse-me que havia uma outra mancha mais abaixo. Desci o short um tantinho mais e disse que não conseguia ver. Ele insistiu que tinha mesmo outra marca de picada e sugeriu que eu devesse passar álcool ou algum anti-séptico. Eu disse que não gosto de mexer com álcool e que quase incendiei a casa certa vez. Antes que eu completasse a justificativa ele se dispôs a fazer isso por mim.
Fui ao quarto e peguei o vidro de álcool e o trouxe pra ele, que me pediu para deitar-me debruço no sofá e abaixar um pouquinho o short. Assim o fiz. Deitei-me de bundinha empinada e abaixei um pouco o short, quase descobrindo a minha bundinha pela metade, mais que o suficiente para revelar o tal hematoma. Mas eu sabia que esse outro hematoma não existia.
Eu senti a respiração dele mudar quando ele deu de cara com meu fio-dental. Ele controlou-se, encharcou a mão e molhou a minha bundinha, esfregando cuidadosamente como se cuidasse do referido hematoma. E para minha surpresa, ele viu outro hematoma, mais abaixo e indagou se podia passar álcool nele. Eu autorizei. Ele mesmo abaixou o meu short deixando minha bundinha inteirinha à mostra e colocou levemente o dedo onde supostamente estaria a outra marca da picada. Era bem próxima do meu cuzinho.
— Poxa! O safado do inseto queria me comer inteira! — retruquei, fingindo-se brava.
— Ele devia ser macho! — emendou ele numa cantada explícita e retrucou. — Nenhum macho resistiria a essa maravilha... — e riu.
Eu não estiquei comentário, apenas disse-lhe para passar o álcool. Ele molhou a mão e passou, massageou um pouquinho o lugar, mas o álcool escorreu no meu rego e desceu molhando a calcinha. Empinei o bumbum e disse:
— Porra! Cê encheu o meu cuzinho de álcool!
— Desculpa! Eu...
— Olha só! Até a minha calcinha levou a pior! — disse isso já levando a minha mão a fim de afastar a calcinha da minha xaninha e finalizei: — Tá ardendo o meu rabo e a minha bucetinha... — e puxei a calcinha, desnundando a bucetinha.
Virei-me pra ele enquanto mantinha a minha calcinha afastada e dizia que continuava a arder o meu rabo e minha xaninha. Ele olhava como quem queria meter a língua ali e se embebedar de álcool e caldinho de buceta.
— Faça alguma coisa! Vai me deixar arder?! — indaguei, fingindo nervosa.
Ele se manteve petrificado; não esperava que eu fosse puxar a calcinha e revelar a xaninha raspada (a essa altura molhada de tesão). Visto que ele agonizava entre a visão do meu rabo e a pulsação de seu pau em chamas, decidi eu mesmo tirar a calcinha e empinei a bunda, abrindo minha xaninha na cara dele.
— Sopra! Tá ardendo muito, seu porra! — esbravejei.
Ele o fez instintivamente, começou a soprar o meu cuzinho e a minha xaninha.
— Corra! Pegue um copo com água e lave isso aí!... Anda, cara!...
Ele também o fez numa rapidez incrível. Correu, pegou um copo d’água e retornou, jogou vagarosamente a água no meu rego e acompanhava o escorrer dela com as pontas dos dedos como se lavasse o local que ardia. Mal sabia ele que eu me ardia de tesão. Ele jogou água entre os meu lábios vaginais e passou o dedo. Eu me abri um pouco mais e disse-lhe:
— Meu Deus!... Não para! Isso me deixou louca... Continuei lavando a minha xaninha... Não para!
Ele foi obediente e já sabia que eu queria ser penetrada por aquele pau que relutava emocionado dentro das calças. E quando ele acabou de lavar, continuou me alisando, acariciando o clitóris e os lábios vaginais... Abri-me toda e ordenei:
— Enfia o pau!... Me come gostoso!
Ele se despiu, veio com o pau na direção da minha boca e pediu que o molhasse um pouquinho. Dei uma chupada, algumas boas lambidas e me posicionei melhor, de quatro, pra ser enrabada. Ele deslizou o pau entre meus lábios vaginais e forçou a cabecinha de leve, empurrando ininterruptamente até eu sentir as bolas acariciarem o meu grelo. Ele se agarrou à minha cintura e mexeu atrás de mim, num vai-e-vem muito gostoso, enfiado tudo e tirando quase tudo, me deixando enlouquecida... Comecei a rebolar freneticamente e quando anunciei que ia gozar, ele enterrou tudo, com certa força e me fez urrar de prazer. Eu tremi enquanto gozava, tendo espasmos incríveis e ele me comprimiu firme contra sua virilha e não se aguentou, gozou, ejaculando várias esguichadas dentro da minha xaninha e desmontou-se sobre mim por instantes... manteve-se assim por alguns instantes enquanto movia-se suavemente, a fim de manter a ereção... Assim que conseguiu enrijecer o pau novamente, ele deu seqüência ao que chamei de estrepada, pois, o ritmo era frenético e louco, muito rápido, e numa dessas saídas rápidas, daquelas de estalar como o estouro de champanha, ele regressou, acertando em cheio o meu cuzinho e me enterrado a pica inteira numa só estocada. Urrei e gozei ao mesmo tempo e continuei a ter um orgasmo atrás do outro até que ele aumentou a respiração e disse que ia gozar. Quando o seu pau começou a latejar antecipando outra golfada de porra, ele tirou e veio pra esporrar nos meus peitos. Recebi outras golfadas de porra e quando dominado pelo espasmo e se masturbava para retirar a ultima gotinha de porra, eu abocanhei a cabeça melada e suguei com vontade, produzindo um urro leonino naquele rapaz que suspirava de prazer. Ao que o pau enfraqueceu, ele sentou-se ao meu lado. Eu tombei no ombro dele e o encarei risonha. Ele retribuiu o riso e disse murmurante:
— Por essa eu juro que eu não esperava...
— Nem eu — disse por fim e o beijei agradecida


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Pocahontas tupiniquim

Nada como levar uma safada para o meio do mato e fazer tudo o dá na telha, dela é claro rsrsrs,













Adoro ser a puta do chefe do meu marido




Continuo cada vez mais safada. Continuo adorando andar com roupas curtas, bem justas, salto alto, sem sutiã. Adoro ver os homens me comendo com os olhos quando eu passo e falando coisas pra mim, fico molhadinha de tesão. Sábado passado meu marido foi convidado para festa de 50 anos do presidente da empresa na casa dele em Alphaville. Fui com um vestido preto bem decotado, uma calcinha minúscula e sem sutiã, até porque o vestido era todo aberto nas costas. Eu imaginei uma festa com umas 30 pessoas mas chegamos lá e tinha umas 120. A casa do cara é uma mansão, gigante. A festa estava rolando na área externa, em volta da piscina, com DJ, garçons, tudo de primeira. Eu só conhecia 2 colegas dele e a esposa de um, nunca conheci o chefe dele, que é o presidente da empresa. Qdo meu marido me apresentou ele logo falou: nossa Carlos, não sabia que tinha uma esposa tão linda. Não é a toa que vc esconde ela. E beijou a minha mão. Eu agradeci e tremi com aquele beijo, o cara é todo sedutor, grisalho, charmoso, um gato, e ainda por cima riquíssimo. Ele chamou a mulher pra apresentar e ela deve ter mais ou menos a idade dele e um pouco gordinha. Meu marido cumprimentou e ficou elogiando a festa etc, enquanto isso o chefe dele veio pro meu lado e perguntou se eu aceitava uma bebida. Eu disse que sim, ele pediu ao meu marido se podia me mostrar onde estavam os bartenders. No caminho até o bar eu elogiei a casa dele, a festa, foi quando ele disse: e o dono da casa, não vai elogiar? Eu disse sorrindo: claro, o senhor é muito simpático, mas é que adorei a casa, é realmente linda. Ele respondeu: Posso te mostrar ela inteira se quiser. Fiquei sem saber o que responder mas disse que adoraria, mas que era melhor deixar pra outra hora. Ele deu um sorriso bem sacana e pegou um vinho pra mim e um uísque pra ele. Me encarando muito ele disse: o Carlos é um homem de muita sorte mesmo. Eu agradeci e não aguentei, logo respondi: sua esposa também é uma mulher de muita sorte. Ele bem direto falou: pode me dar seu celular? Eu nem titubiei, passei o nr pra ele na hora. Ele falou: posso te convidar pra um almoço um dia desses? Eu: pode, vou adorar. Ele tem um olhar e um sorriso bem safado, eu simplesmente fico de 4 com homens assim. Nos afastamos na festa claro e fiquei dançando, jantando, e sempre que dava trocava olhares com ele com um sorriso, e ele me medindo inteira com aquele olhar que me deixa molhadinha. Na 3ª feira, umas 9 hs, atendo o celular e era ele. Me convidando pra almoçar. Eu disse que só poderia na 5ª feira, não queria dar mole pra ele ainda mais presidente e chefe do meu marido. Marcou pra 5ª feira, ontem, e disse pra eu me encontrar com ele no shop. Iguatemi. Pensei: bom, acho que vamos almoçar por ali mesmo mas achei estranho um lugar tão público. Assim que nos encontramos falou pra eu deixar o carro ali pois não o almoço não seria ali. Nesse dia, eu coloquei um vestido que tenho curto, bem decotado, salto bem alto, bem cheirosa, uma calcinha fio dental bem minúscula. Assim que entramos no carro ele disse: nossa, vc está linda demais, muito linda. Eu agradeci e fiquei na minha, pensando onde o cara ia me levar. Confesso que sou muito safada, adoro homens safados loucos de tesão pra me foder, e aquele, por ser chefe do meu marido, por tabela me deu muito mais tesão. Eu só ficava pensando nele olhando pro meu marido na empresa lembrando de ter fodido a mulherzinha vadia dele bem gostoso. Isso me deixa louca, adoro ser putinha assim, não resisto. Ele me levou em um flat na Vila Olímpia, bem perto, e percebi que era onde levava vadias só pra comer. Logo que entramos ele me agarrou e já foi me beijando. Eu falei: calma, que pressa. Ele me olhou e disse: que é, vai dar uma de certinha agora? Vc me dá a maior bola na minha casa, me dá o nr do celular na hora, aceita meu convite pro almoço na hora, e quer dar uma de difícil agora? Eu falei: só pedi pra ir com calma... Ele com um sorriso bem irônico disse: conheço piranhas como vc, que adoram se mostrar pra machos, rebolar, mostrar as tetas balançando gostoso o rabo deixando todos loucos. Vou dar o que vc quiser e alguns presentinhos de vez em quando, vou te tratar bem, fica tranquila, é só ser boazinha comigo e me obedecer... Me agarrou de novo me engolindo com o beijo dele, logo ele abaixou meu vestido e começou a mamar meus seios, sugando os biquinhos tão forte que eu gemia muito. Fico louca de tesão em ter os biquinhos sugados, eu chego a gozar só de ter os biquinhos mordidos e sugados. Ele meteu as mãos por debaixo do vestido e começou a alisar minha buceta, lisinha e encharcada de tesão. Eu toda entrega a ele, aí meteu um dedo e começou a me foder enquanto sugava e mordia meus bicos, que já estavam ardendo. Eu gemia demais, me contorcia toda na mão daquele cachorro. Ficou me fodendo com 2, depois 3 dedos, olhando meu rosto delirando de tesão e falava: isso....geme...goza na minha mão vagabundinha gostosa. Como eu amo vagabundinhas como vc, putinha safadas como vc tem que dar o que vcs querem. Não é isso que vc quer? Aposto que eu te comeria fácil na minha casa aquele dia né vadiazinha? Vc é do tipo facinha, que adora um macho te tratando como puta não é? Eu só gemia e me contorcia toda com os dedos dele fodendo forte minha buceta. Depois que parou, ele chupou os dedos dele, melados com meu gozo e mandou eu ajoelhar. Eu simplesmente amo homem assim, bem cachorro, mandão, me ajoelhei na hora e ele meteu o pau duro dele na minha boca. Ele gemia e falava: mama cadela, putinha gostosa.... mama....Eu obedecendo, mamando e babando naquele pau delicioso pensando nos presentes que ia ganhar dele, pensando que estava dando pro chefe do meu marido, qto mais pensava nisso mais sugava aquele pau duro delicioso, lambendo as bolas enormes, cheias de leite, fiquei uns 15 min mamando sem parar, atolada na garganta por aquele mastro delicioso. Ele me levantou e dando um tapa na minha bunda mandou eu ir pro quarto, deitar na cama, tirar o vestido e abrir totalmente as pernas. De novo obedeci quietinha e fui. Em seguida ele apareceu com uma garrafa de vinho branco e mandou eu me masturbar. Enquanto eu alisava meu grelinho e acariciava meus seios, ele bebia, olhando minha buceta, meu rosto, meus seios. Enfiei os dedos na buceta e me masturbei até gozar. Ele mandou eu sentar e beber. Mandou eu virar a taça, beber de uma só vez. Eu falei que não conseguia, e ele disse: faz o que eu mando vadia. Bebi de uma só vez, ele encheu de novo e mandou eu virar a segunda taça. Obedeci de novo mas fiquei zonza na hora. Ele me empurrou, abriu minhas pernas, em pé, apoiou uma mão na cama e com a outra ficou esfregando o pau na minha buceta olhando meu rosto, eu doida pra ser aquele mastro me fodendo como uma puta não aguentei e falei: mete, mete bem gostoso...Ele meteu com força, o prazer dele era olhar meu rosto delirando de tesão, ficava me fodendo e me olhando enquanto eu gritava com aquele cachorro me fodendo sem respeito nenhum, com muita força, eu gritava, gemia, ele pegou meu rosto, cuspiu um mim e falou, vira de 4 vagabunda. Eu fazia tudo que ele mandava, aí começou a bater na minha bunda e falava: empina esse rabo lindo putinha gostosa. Aí ele disse: nossa....que rabo lindo, essa marquinha de fio dental....que rabo lindo vc tem putinha....aí deu uns 2 tapas e disse: Se eu tivesse em casa uma vagabundinha gostosa como vc com um rabo desses fodia esse rabo lindo todo dia, e começou a cuspir e lamber meu cuzinho. Ele lambia com tanto tesão que eu gemia e quase implorei pra ele foder logo meu cuzinho. Fiquei muito doidinha ontem, nunca um homem lambeu tão maravilhosamente bem meu cuzinho, ele lambia como um cachorro, dava uns tapas e voltava a lamber e cuspir, me deixando cada vez mais pirada, empinei a bunda, fiquei louca pra sentir aquele homem lindo, presidente e chefe do meu marido, metendo no meu rabo, fazia tempo que não me sentia a cadela que eu sou, eu queria ser a puta perfeita pra ele fazer o que quisesse comigo. Antes de meter, me deu mais uma taça do vinho, mandando eu beber de uma só vez. Ele estava alucinado. Fiquei com a bunda bem empinada pra ele e senti ele forçando a cabeça do pau dele no meu cuzinho apertado. Eu disse: ai.... seu pau é grosso...mete devagarzinho no meu rabinho...Mas o cara tava alucinado e deu uns 3 tapas fortes na minha bunda dizendo que ia me arrombar, que ia me foder como nenhum homem fez, e forçou o pau dele no meu rabo. Senti meu cuzinho rasgando com aquele pau imenso, comecei a gritar e mandar ele parar, e ele metendo cada vez mais, qto mais eu gemia mais ele ia metendo, ficou num vai e vem alucinado, segurando forte minha cintura enquanto arrombava minha bunda. Eu gritava com uma dor e um tesão incríveis, eu queria e não queria sentir aquela tora me rasgando, me arrombando. Eu gritava alto e ele adorava, falando: isso vagabunda, ta doendo mas ta gostando né. Grita vadiazinha, grita...o corno do maridinho não te trata como a puta que vc é né? Toma sua piranha rabuda.....e me fodia sem dó...Eu estava tonta pela bebida, demais...e tonta por estar sendo currada por aquele fdp. De repente ele falou: vou encher seu cu de porra cachorra, vai pra casa com o cuzinho cheio da minha porra...eu senti qdo ele gozou dentro do meu cuzinho. A sensação é demais, sentir aquele leite quente te enchendo o rabo. Na buceta quase não se sente, mas no rabo, por ser apertado, dá pra sentir a porra enchendo. Assim que acabou, ele mandou eu ajoelhar e limpar o pau dele. Bem submissa eu lambi e deixei bem limpinho, mostrei pra ele que eu era uma puta completa. Ele mandou eu me vestir, falou que não era pra eu tomar banho pq queria que eu fosse embora com o rabo cheio da porra dele. Deu um beijo na minha boca e com um tapa na bunda mandou eu ir pra recepção e pedir um táxi pq não queria dar bandeira no carro comigo. Qdo eu estava saindo ele me puxou pelo braço e bem cachorro falou: vc é a mais puta de todas que já comi sabe por que? Porque deu pro chefe do corno do maridinho, e tem que ser muito vagabunda pra fazer isso. Vc sabe que agora vai ser minha a hora que eu quiser pq eu tenho câmeras aqui no meu apto e vou ver esse filminho sempre que eu quiser. Vai gostar de ser minha puta, vc não vai se arrepender, vou te dar uns presentinhos, mas quero foder esse rabo muito mais....Disse isso alisando minha bunda. Deu um tapa na minha cara e mandou eu descer. Eu gelei qdo ele falou isso. O cara é um fdp, poderoso, e agora me tem na mão dele. Pensei na hora: onde eu fui me meter? Eu tinha que dar pro chefe dele? Mas dei pra ele justamente por isso, por ser poderoso, por ser o chefe dele, rico, lindo. Ele pode ter a vadia que quiser mas com certeza na cabeça dele eu vou ser a mais vadia de todas. Peguei o táxi com um sorriso enorme no rosto. Qdo parei no shopping iguatemi pra pegar o carro, fiquei andando por ali pra me exibir um pouco. Parecia que todos machos sentiam o cheiro da porra no meu rabo, o cheiro de fêmea que foi fodida como uma puta, o cheiro de cadela submissa. Eu fui até a rua, entrei em uma lanchonete do outro lado da rua, meio bar até, e pedi um café, eu estava tonta pelo vinho, 3 homens que estavam em um canto ficaram me olhando e cochichando, olhando minha bunda, meus peitos quase pulando do vestido. Parecia que estava na minha cara que eu tinha sido currada há poucos minutos, que meu rabo estava arrombado e cheio de leite daquele macho canalha. Atravessei a rua, puxei o decote mais pra baixo quase aparecendo os mamilos. Só me lembrava daquele homem me tratando sem respeito, me chamando de puta e vagabunda, e me senti maravilhosa. Queria que todos os homens, motoristas de ônibus, de taxi, todos, ficassem me olhando me achando uma puta gostosa. Ontem fui embora pra casa realizada, como há meses não me sentia. A noite fiquei louca de vontade de dar pro meu marido, mamei ele bem gostoso, bem demorado, e falei que queria o leite dele na minha boca. Ele ficou louco e encheu a minha boca, eu engoli tudinho com o maior prazer. Depois ele disse que adorava a esposa putinha dele. Eu pensei: mal sabe a puta que é sua esposa, mal sabe que seu chefe arrombou o rabo da sua mulherzinha e gozou dentro. Hoje na hora do almoço ele ligou e disse que foi dormir pensando no meu cuzinho arrombado. Falou que eu era uma puta deliciosa, que amava vagabundinha obediente como eu por isso comprou uma jóia e quer me dar semana que vem. Não sei onde vai dar essa historia, só sei que adorei dar pro chefe do meu marido, vou adorar ser uma putinha bem submissa pra ele, e confesso que adoro mais ainda por ele ser rico, ter grana. Me dá mais tesão dar pra homem maduro, rico, e ninguém resiste a um presentinhos né? Vou contando por aqui.

Transei gostoso com meu professor de Literatura



Eu sou morena clara, baixinha e com um corpo bem atllético.Meus seios robustos chamam muita atenção.


Estou no terceiro ano da faculdade de letras.

Por ser uma aluna aplicada sempre fui elogiada pelos professores, e não seria diferente com Rubens, meu professor de literatura Inglesa.

Quando o vi pela primeira vez no começo do ano eu e minhas amigas e os gays da minha sala ficararam de boca aberta. Ele era muito gostoso.Coxas grossas, cabelos grisalhos e uma boca bem vermelinha que dava vontade de morder.

Em todas as aulas dele eu ficava com tesão e nem prestava atenção na aula.

Um dia levei o caderno para ele dar uma olhada e ao levantar percebi que ele estava com o pau duro ali debaixo de sua mesa. Já se passava das 9 e o pessoal estava sendo dispensado mais cedo quando ele me disse: Rita, tenho um livro que acho que vai gostar. Nisso eu fiquei ali até toda galera ir embora.Na hora, para falar a verdade até pensei que fosse isso, fiquei desanimada.Falei, ta ...me mostra.

Então ele se levantou todo gostoso e com ar de inponência trancou a sala, fechou as cortinas e me agarrou começando me beijar e me roçar com sua barba.Meu rosto começou a queimar e minha buceta não parava de pulsar de tesão. Ele se esfregava, lambia meu rosto e me acariciava delicadamente. De repente ele falou: Eu sabia que você queria isso sua vadia, agora você é minha puta. Você gosta não é. Nisso minha perna já estava mole. Notando que eu queria mais ele me deitou em sua mesa e abaixou minha calça, apertando minha cocha sem parar com aquelas mãos grandes.Em seguida tirou minha calcinha, senti a ponta do dedo dele tocar no meu grelinho de relance.Fechei os olhos e senti sua respiração ofegante na minha chaninha molhada e inchada de tesão.Você quer que eu te chupe minha aluna vadia e gostosa? Eu só podia responder que sim. Eu nã era boba, valia muito apena correr esse risco. Então ele segurou minhas pernas e começou a lamber, mordiscar e sugar minha bocetinha. Eu gemia e me contorcia, não podia aguentar de tanto tesão. Abri os olhos e vi que ele suava de tanto prazer. Então abri o ziper da calça dele e senti seu pau grosso nas minhas mãos. Estava duro como ferro e na pontinha tinha gotinhas de sua porra.Puxei ele na minha direção e enfiei seu pau com vontade na minha boca, passando a lingua bem devagarinho. Seu rosto branco agora estava vermelho de tesão e sua boca gostosa agora chupava meu peito que já estava com os bicos durinhos. Que aluna gostosa eu tenho, ele sussurrava nos meus ouvidos com o seu peso sobre mim. Eu então abri as pernas e comecei a me masturbar bem gostoso, roçando minha vagina no corpo dele e pondo meus dedinhos la dentro. Você quer ajuda ?Ele perguntou com voz de safado.É lógico professor. Então ele enfiou seu dedo na minha buceta fazendo movimentos de vai e vem abrindo ainda mais as minhas pernas que ja estavam bambas. Eu e ele nos seguramos para não gozar, pois estava muito bom, mas sabíamos que não podia ficar muito tarde se não ficaríamos presos ali.Enquanto ele me dedava eu o punhetava gostoso. Foi quando ele pediu para eu dar uma ultima lambida. eu obedeci e meti tudo nas boca atè suas bolinhas gostosas fazendo um boquete maravilhoso, isso o fez gemer e se contorcer e me apalpar com mais tes?o. Coloquei então minha lingua no cusinho dele e lambi delicadamente e ele sorriu para mim e me chamou de safada. Aquilo estava muito bom, nosso suor era intenso então soltei seu pau e abri as pernas pedindo, implorando que ele me penetrasse antes de gozar. E foi isso que ele fez, enfiou seu pau grosso todinho dentro da minha chaninha que ja implorava. Eu e ele rebolamos gostoso. Ele me acariciava e me lambia e me beijava com pressa, pois faltavam poucos minutos para as 11. Ele ficou me bombando e dando estacadas até eu não aguentar mais, ele era muito gostoso e tesudo, eu não queria que acabasse nunca mais. Ele então levantou e se sentou em sua cadeira, com cara de intelectual mais todo suado e com a calça arriada. Eu achei um tesão. Me aproximei e sentei no colo dele, rebolando e me ajeitando naquele pau já a ponto de explodir de tão duro.Tentei encaixar minha chaninha, mas não era isso que ele queria, ele queria meu cusinho. Não pude negar aquele olhar, ergui o corpo no seu colo e encaixei gostoso, subindo e descendo, estava bem difícil do pau entrar no meu cu, mais estava gostoso.Então ele decidiu lamber meu rabo e enfiar o dedo para facilitar a entrada.Quase não segurei de exitação. Então ele tirou o dedo e consegui encaixar seu pau que latejava dentro do meu cu. Eu rebolei bem gostosinho, me masturbando pela frente com meus dedinhos espertos.enquanto isso ele beijava e chupava meu pescoço e metia a mão no meu mamilo.

Nesse vai e vem gostoso eu e ele gozamos e gritamos de tesão. Gritos sufocados pelos beijos gulosos e chupadas.Senti o cheiro de sua porra que escorria pela minha perna e bunda.

Quando ele se levantou com um ar de trabalho cumprido e um sorriso no rosto eu o beijei com vontade, me ajoelhei e lambi o restante da porra que ainda tinha sobrado.

Fui alternando, lambia a porra dele e o beijava. Ficamos ali mais uns minutos e saímos. Eu sai antes dele para não 
 
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